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Telas de Toque e Multitoque

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A tecnologia de toque está presente em diversos produtos desde os anos 80. Por conceito, uma tela de toque pode sentir a presença e localizar um contato dentro de sua área de exibição. Este contato pode ser feito por um dedo, uma mão ou por uma caneta especial chamada stylus. Atualmente, diversos dispositivos usam a tecnologia. Os mais populares são os telefones celulares, dispositivos de navegação pessoal e GPS.

Na indústria da informática, a tela de toque já é usada em diversos produtos, principalmente em caixas de restaurantes e fast foods e em quiosques eletrônicos.

Recentemente, uma nova tecnologia chamou a atenção, o Multitoque. Com ela, a tela pode sentir a presença e localização de mais do que um contato. Com isto, gestos feitos com dois dedos possibilitam ampliar, reduzir, selecionar entre direita/esquerda, acima/abaixo arquivos de mídia e menus de uma forma intuitiva e, mais do que isto, divertida.

Não demorou muito para se alavancar projetos dentro da indústria de PCs. O multitoque ainda é uma tecnologia muito cara. Para se ter uma idéia, um monitor com estas características custa pelo menos 3 vezes mais que o equivalente convencional. E ainda não temos muitos aplicativos que possam se beneficiar da tecnologia.

A Microsoft promete dar um incentivo à tecnologia com o lançamento do Windows 7, que está previsto para fim de 2009 ou início de 2010. Pelo que temos acompanhado, o Windows Media Center deverá usar bastante o recurso. Mas nada é oficial ainda. Vamos ter que esperar tanto pelos aplicativos quanto pela queda de preços, para que o produto se popularize.

A STI tem estudado a tecnologia e, com certeza, terá produtos com multitoque na época de lançamento do Windows 7. Mas, desde o ano passado, temos em nossa linha de produto o Touch PC. Um computador All in One (totalmente integrado) com tela de toque e recursos de Media Center. Uma verdadeira maravilha tecnológica. Para saber mais, clique aqui.

Semp Toshiba

Monitores 3D

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Aprimorar a experiência do usuário com entretenimento e levar imagens cada vez mais reais são os desafios atuais da indústria de eletrônicos e informática. E parece que existem muitas dúvidas a respeito de Televisores e Monitores em 3D.

O entretenimento em três dimensões é coisa bem antiga. Nos anos 60 existiam algumas revistas em quadrinhos que usavam o conceito. As revistas eram vendidas com óculos de papel, com lentes de celofane verde e vermelho, para simular o efeito.

Nos anos 70, o cinema trouxe a tecnologia como experimento. Lembro-me de ter assistido a alguns filmes, como “Frankstein” e “Tubarão” com os tais óculos de papel. No início dos anos 2000, tivemos aqui no Brasil um show do grupo de rock Kiss, em que determinadas partes você tinha que colocar estes óculos para ver efeitos tridimensionais saindo dos telões que ficavam no palco. Quem assistiu ao show comenta até hoje.

Atualmente temos uma nova safra de filmes 3D nos cinemas e a tecnologia parece estar começando a ficar madura. E a indústria de informática e eletrônicos começa a lançar monitores e aparelhos de TV com a tecnologia.

Tecnicamente falando, é bem complicado levar a imagem em três dimensões para um aparelho. Para se ter uma idéia, é preciso combinar nove imagens em ângulos diferentes para que você possa ter uma boa resolução. A tela de exibição contém uma tela adicional que polariza todas estas imagens em uma, com três dimensões, dando o efeito de profundidade. Além disto é preciso equipamentos bem sofisticados e caros para gerar conteúdo neste padrão.

No ano passado, a STI começou a avaliar a tecnologia. O efeito realmente é muito interessante, mas como em toda introdução de novidades, ainda carece de um certo desenvolvimento. Por exemplo, o uso de um monitor de computador com 3D torna-se muito cansativo com o passar de poucos minutos de trabalho. Sob o nosso ponto de vista, a tecnologia 3D vai chegar primeiro como uma forma de veiculação de propaganda, em quiosques e grandes lojas e, neste sentido ela é fantástica, porque o indivíduo vê o produto e recebe a informação que se deseja passar de forma rápida. A partir daí, o desenvolvimento tomará vulto e teremos então conteúdo e um número suficiente de produtos para que a solução fique atrativa e com preço acessível.

Semp Toshiba